Teste de personalidade: saiba o porquê eles nunca erram

Cidadania Digital

Você já deve ter ouvido falar dos testes de tipologia. Muitos deles estão disponíveis nas redes sociais como o Facebook. Por menos confiáveis que pareçam, eles têm feito um sucesso estrondoso mundo afora. Servem tanto para você descobrir com qual celebridade se parece, como para descobrir qual figura histórica você foi em uma vida passada. Tudo pelos princípios básicos da tipologia utilizados pelo Facebook.

Quais são as tecnologias por trás dos testes de tipologia?

A tecnologia por trás dos testes de texto, assinaturas, caligrafias, face e mãos é, de modo geral, praticamente a mesma. Softwares analisam pontos de intersecção de dados a partir de medidas e distâncias de nossos rostos; cada curva ou letra da caligrafia e formato dos dedos da nossa mão.

No Brasil há poucos estudos sobre este ramo tecnológico, pois as ferramentas desenvolvidas em nosso país, ainda não são tão eficazes quanto as que são encontradas nos países de primeiro mundo. Assim, as programações de testes realizadas por nós, não são exatamente precisas e os resultados não têm real credibilidade. Contudo, todos os softwares e ferramentas que envolvem tipologia têm como base o armazenamento de informações de um indivíduo em um banco de dados.

Mas como funciona os testes que encontramos na internet?

Como dito acima, os testes são baseados em banco de dados. Mas como são feitos os resultados deles? Bom, nos testes de tipologia relacionados à face, como – “com qual personagem você se parece?” ou “como você será daqui 50 anos?” – a empresa desenvolvedora do teste pede a sua permissão par ter acesso às suas fotos postadas no facebook.

Logo após isso, o software captura a sua foto de perfil, faz uma leitura das medidas do seu rosto (como largura de nariz, mandíbula, tamanho da cabeça, comprimento dos cabelos, etc) e gera pontos de intersecção. Na sequência, busca no banco de dados da própria programação do teste uma imagem de uma pessoa mais velha, um artista famoso ou um filtro que se assemelhe e encaixe ao seu rosto. E assim, em segundos, dá o resultado para você. Normalmente é algo bem simples e divertido. Uma versão, muitas vezes mal feita, de você na condição em que a brincadeira sugere.

Assinaturas e caligrafia

Com relação a texto e caligrafia as tecnologias funcionam basicamente da mesma maneira: é feita uma análise da altura, curvatura, separação e tamanho da sua letra manuscrita e na sequência são gerados pontos de intersecção. Após isso é feita uma busca no banco de dados da programação do software do teste e é dado o resultado. Em testes como: “descubra qual a sua personalidade a partir de sua assinatura” o resultado é baseado em análises básicas previamente realizadas e programadas no início da criação do software, ou seja, tudo é muito genérico e sem estudos aprofundados sobre a temática sugerida na diversão.

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Novidades estão por vir

Está chegando por aí o Polygram que promete trazer mais inovações para a internet. Trata-se de um aplicativo que vai reconhecer suas expressões faciais para te ajudar a enviar mensagens para os seus amigos. O software utiliza o reconhecimento facial para permitir que você responda mensagens com um emoji correspondente à sua expressão naquele momento. Além disso, os likes também podem ser substituídos por sua reação real ao ler um post. A tecnologia é dada graças uma rede neural que detecta a sua expressão facial e escolhe um emoji correspondente a ela. O Polygram oferece filtros que deixam você em uma versão aprimorada e embelezada. Ainda, disponibilizará estatísticas sobre quem vê seus posts, com localização geográfica e dados demográficos.

A versão para iOS do Polygram já pode ser baixada na Apple Store. Ainda não existe previsão de chegada do aplicativo para o sistema Android.

Mas para onde vão nossos dados armazenados nos testes?

Este é um verdadeiro ponto a ser pensado! Para onde vão todos os nossos dados armazenados nos bancos de dados desses softwares de teste? Esta brincadeira pode sair um pouco cara. Não sabemos ao certo quem são os programadores e criadores deles e nem se há pessoas de má fé envolvidas no caso.

Por isso, o primeiro passo é observar a Política de Privacidade de cada plataforma para que, assim, possamos brincar com os testes em segurança. Se você fez algum teste e ficou preocupado, revise as autorizações dos aplicativos acessando as configurações do Facebook. Mas se a intenção é continuar se divertindo, basta ficar de olho e tomar medidas de segurança para não ter a privacidade invadida.

Devemos nos divertir e usar a tecnologia a nosso favor. Por isso, dê prioridade para as biometrias desenvolvidas por empresas sérias, como instituições bancárias, seguradoras e a própria Certisign, que desenvolve a cada dia melhorias nas tecnologias de segurança biométrica, para que você e sua empresa possa ter privacidade de todos os seus dados sem preocupações.

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